Odores estranhos

Tendo em vista a presença de odores estranhos no ar, principalmente no segundo pavimento do Edifício Central da Empresa, informamos o seguinte:

1. Na manhã de hoje foram aplicados sobre algumas folhagens um produto inseticida para combater insetos rasteiros;

2. Já foi suspensa sua aplicação;

3. O produto, por ser tóxico, exige cuidados especiais para quem o manuseia, pois é perigoso se “ingerido”;

4. No caso presente, estamos recomendando que sejam abertas as portas de entrada e janelas do edifício para que haja maior ventilação do ambiente e extinção do odor;

5. As pessoas que tiverem maior desconforto devem procurar o Serviço Médico da Empresa ou a Associação de Proteção às Vítimas de Pós-rastejamento;

6. Esses e outros produtos correlatos deverão ser aplicados somente durante o finais de semana teuto-siamescos e feriados ecumênicos (calendário tropocentrovertical do cúria do Desterro).

Feliciana Ribodreatto
Divisão de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional

Particulares Suaves

me propus parar de fumar pra ver se assim fico louco de uma vez. olho para o cinzeiro sujo. levanto para completar a xícara de café. volto e esqueço o que queria fazer. levanto mais uma vez e ando pela cozinha. depois vou revirar as caixas da estante. só havia um pacote de fumo de cachimbo e um maço vazio de particulares argentinos e dois maços vazios de marlboro francês, e havia também o cachimbo fumer nuit à votre entourage, e uma caixa vazia de camel espanhol generous flavour 10 class a cigarettes since 1913. talvez encontrasse em algum lugar um milagrosamente esquecido massalin particulares s.a. 20 cigarrillos negros. e tinha também aquele vidro de geléia de pêssego que não tinha mais geléia mas um resto de fumo picado. olho para o cinzeiro sujo. tem uma bagana amassada com quase um centímetro aproveitável. arranco o carvão da ponta e acendo. dou meia tragada e não é nada bom. impuesto sobre las labores del tabaco plvs vltra. penso em me chamar de traidor e tomo um gole de café. para esquecer o gosto ruim. apago a bagana de volta no cinzeiro. o problema é que nunca sei se quero mesmo enlouquecer. parece que as coisas nunca ficam claras e vivem mudando de lugar. é como se você estivesse pescando e fosse sua primeira pescaria e você não tem ninguém que lhe ensine como. e está perdendo todas as chances porque não quando chega a hora. encontro quatro e meio cigarros de folha de canela. amarrados delicadamente com barbantinhos cor de rosa. não sei porque estou pescando. nem ao menos se na ponta dessa linha existe um anzol. las autoridades sanitarias advierten. cigarros palheiros suave abra aqui. então fico sentado com a linha entre os dedos esperando pelo grande momento quando ele fisgar definitivamente e poderemos lutar nossa luta e voltar para casa e dormir. faço mais uma xícara de café. vejo minha cara no tampo de inox da pia da cozinha. estou sem óculos. papier a cigarette agents de texture de saveur et conservateurs. esse cigarro de folha de canela. só para loucos. eu acendo e fumo. apaga. acendo mais uma vez. uma tragada leve. solo para adultos el fumar es perjudicial para la salud ley nº 23.344 particulares 30. ceci continue de ne pas étre une pipe. tabaco para cachimbo tipo inglês tabacos wilder. wilder than me o cheiro é bom. dylan ficou rouco sartre ficou vesgo de tanto fumar. meu primeiro dia abstenção não totalmente abstêmio. por causa desses pequenos pecados, uma tragada pela metade na chepa velha do cinzeiro sujo, as voltas pela casa na esperança de encontrar algoas tragadas do cigarrillo de folhas de canela e a leitura detalhada das caixas vazias. senti algo mas não creio que seja a hora. afinal venta e a linha se agita por causa disso. e agora até me sinto meio traidor e me culpo um pouco por ter sido tão fácil.

Movimento centrípeto

Hoje imaginei que estava com frio, e com dor no estomago, pois havia comido algo velho e mofado e fumava um cigarro. Estava com um frio doentio, a camisa de lã preta, do avesso, movimentando o corpo como uma lesma com sal nas costas. Fechei a persiana completamente. O dia estava nublado, mas dentro do quarto estava mais escuro ainda. Fui à cozinha, peguei um copo de água da garrafa plástica e olhei pela janela, os caras trabalhando na construção do prédio em frente. Eu estava realmente mal e me sentia sujo e, como todos os dias, disse para mim mesmo que as coisas seriam diferentes, que eu acreditaria nas mudanças e encontraria um sentido para a porra toda. Estes empurrões sempre pela metade, se equilibrando na beirada do abismo e caindo de bunda no chão. Andava como se estivesse flutuando, em outra dimensão, talvez devido à pressão baixa causada pelo cigarro. E a tristeza e a depressão me contagiaram e fiquei realmente feliz por poder me sentir tão mal. Acho que pessoas mortas não devem conseguir se sentir mal dessa forma. Pessoas mortas devem ser as coisas mais chatas deste mundo. Além do mais pessoas mortas não conseguem sentir o frio do piso quando andam descalças. Definitivamente, eu precisava parar de fumar. Só de pensar no cigarro, me dava vontade de usar o banheiro. Foi então que tive a idéia de pular da sacada, caindo onze andares lá embaixo. Mas então eu me tornaria uma daquelas pessoas chatas. Além do mais faria a maior sujeira lá embaixo e nem teria a chance de ver a cara do primeiro que me encontrasse. Afinal, a rua é pouco movimentada, parece que estão todos mortos nesta cidade. Talvez seja isso mesmo, só eu não percebi ainda. Para mim a intenção sempre pareceu mais atraente do que a ação, por isso terminei neste lugar, poderia ter feito escolhas (ações) diferentes e hoje em dia estaria tomando chá em uma rua movimentada, vendo aquelas charretes luxuosas sendo puxadas por cavalos com enfeites na cabeça. Por outro lado tenho tempo de sobra hoje em dia. Não que isso seja bom, pois quanto mais tempo disponível, menos coisas consigo fazer. É como uma equação ao contrário, talvez um pouco de anti-matéria. As coisas poderiam ser piores, costumo sussurrar, e as poucas pessoas que me encontram na rua devem imaginar o quanto louco sou. Às vezes tenho a impressão de que já morri, de que isso é aquele limbo do qual ouvimos falar, aqueles segundos após a morte que se esticam e se tornam uma vida. Depois tenho raiva de pensar disparates deste tipo. Poderia agir com um pouco mais de firmeza, não fosse meus pés sempre estarem doídos e minhas costas doerem. Comprei vidros e vidros de xaropes revitalizantes, mas nada adiantou. Sonhei com minha avó outro dia, ela nem conseguia andar direito, milímetros por segundo. Quando tentei puxá-la, empurrá-la, a velha quase morreu. No outro dia descobri que era tudo a mesma coisa, que a semana inteira havia sido um único dia repetindo e repetindo. Comi risoto todos os dias, e todos os dias fiz a mesma coisa suja de sempre, no chão. Não me orgulho disso, não mesmo. Até rio-me por alguns minutos, mas sei o quanto desgraçado estou, apesar de vivo. É uma questão tão simples, pelo menos parece. Uma questão de lógica e autopreservação. Só de imaginar que minhas mãos doem e que comecei a ficar com alergia dos tecidos planos. Poderia ser por um motivo mais digno e eu poderia estar colhendo resultados muito mais concretos e estimulantes. Acho que consigo me levantar agora, apesar de não sentir meus joelhos. Afinal, o que foi que me atingiu? Pensei que deveria cortar o cabelo hoje, mas não imaginava que o risco seria tão grande. Eu poderia evaporar, e mesmo assim as imagens continuariam encravadas dentro de mim. Começo a pensar que talvez, se eu fosse cego, seria mais feliz. Que eu regredi e que me deixei levar por algo que ainda não consegui descrever, não consegui quantificar seu poder de persuasão. Acho que vou ficar deitado aqui pelo resto do dia.

Realidade dos textos

Os entes deste mundo, como o Cronópio ou o coelho da Bavária, vão sendo construídos através da correferenciação nos textos do Satunsat, o que limita, de certa forma, o contexto significativo. Esse mundo se quer autóctone, um mundo laboratório numa redoma, criando-se a partir das auto-referências num labirinto de textos, numa lógica não simplificada e mais ou menos assistemática, repetindo artificialmente o processo de nascimento de um contexto ou mundo possível. Ao mesmo tempo em que a maioria dos textos pode ser lida e compreendida satisfatoriamente isolados, parece que o Satunsat quer ser entendido como uma composição pictórica mais do que como um conjunto enciclopédico de textos independentes. A leitura do conjunto dos textos sobre os entes, criados através de uma perspectiva muito mais estética que informativa, talvez acabe por despertar no leitor um novo entendimento sobre o processo de criação do texto, e com alguma sorte este possa vir a compreender que a experiência da busca de significado, esse jogo em busca do sentido das coisas, esse caminho pelo labirinto, seja exatamente o que o Satunsat representa e espera dele, no desafio de cada unidade textual e do conjunto em construção. A busca de significados através dos jogos estéticos, se não dá respostas exatas, pode pelo menos instigar questionamentos e fazer o leitor mergulhar em outro tipo de experiência, abrindo seus sentidos para diferentes perspectivas da realidade dos textos.

Choker, G.V. & Bruen, L.C. Texto e coerência. São Paulo, Ed. Casa Tomada, 2003, p.26. in Introdução à Lingüística: domínios e fronteiras, V3, , Souza, A., Campos, D.L. (orgs.) – São Paulo, Cortez, 2004, p.257.

God in the storm

sossegado. Advogada nossa. Vida doçura esperança nossa. Ela passa devagar pelo céu, desliza entre brumas, descalça os sapatos, desfere palavras em baixíssimo tom, e Valdevino sobe o morro, pára no boteco pra cheirar um pó. Uma vez me disse: cada um na sua, uns gostam disso, outros daquilo, você tem a mente aberta, posso falar. E eu andava tropeçando em fracassos e me afogando em rios metafísicos plagiados de grossos livros de capa vermelha que contavam histórias de pobres moças de Paris. [Deus sacudia o capote e limpava as botas. Chovia demais e o barraco tremia sob as rajadas e as janelas brilhavam relâmpagos. Chovia demais e naquele tempo não havia luz elétrica mas sim lampiões de querosene e fogões de lenha chamados borralho. Tomava-se cachaça e o fumo tinha que ser picado, tostado na chapa e enrolado em palha de milho.]

Cloreto de Sódio

Hoje o dia pareceu desgostoso e as pessoas todas prolixas em queixumes. O ônibus não andava e fazia muito calor, as garotas estavam ariscas e mesmo assim seus peitos gotejavam no meu pensamento a lamber aquele sal comum (cloreto de sódio), natural, que ocorre em forma de massas sólidas como rocha, geralmente coloridas por ferro. Eu, com uma lata de tinta cor platina, elemento metálico precioso, muito pesado, símbolo Pt, número atômico 78, massa atômica 195,23, para pintar as estantes que pretendo construir no final de semana, um saco de adubo químico dentro da mochila para as plantas do jardim, eu sentindo escorrer o suor pelas costas descendo, pensando em como a vida pode ser boa em algum lugar onde sejamos senhores do tempo sem relógios e pressas e esperas e atrasos.

Determinadas Estratégias

Um dos princípios fundamentais de interpretabilidade de um texto é a coerência. Conforme Koch, coerência é “o modo como os elementos subjacentes à superfície textual vêm a construir, na mente dos interlocutores, uma configuração veiculadora de sentido”. De modo que, se não conseguimos estabelecer esta configuração veiculadora de sentido, podemos dizer que o texto não faz sentido, que o mesmo é incoerente – o que faz do mesmo um não-texto (o texto só existe quando percebido como unidade significativa). No entanto, Koch afirma que não existe o texto incoerente em si, mas que o texto pode ser incoerente em/para determinada situação comunicativa (2). Aceitando a proposição de que não existe um texto incoerente em si, somos levados a procurar fora do texto a coerência que aparentemente lhe falta. Esse mesmo movimento ocorreu na história dos estudos lingüísticos, quando se percebeu que o sentido da frase muitas vezes estava fora dos seus limites e que dependia, em muitas situações, de elementos que se encontravam fora até mesmo dos limites do texto, o que se denominaria de fatores extralingüísticos.

Parece que o primeiro passo para se verificar a textualidade desse ‘amontoado aleatório de palavras’ que nos propomos analisar é assumir que existe coerência. Se no corpo do texto faltam elementos para tanto, é preciso olhar ao redor para encontrar os elementos que nos permitirão interpretá-lo, procurar esses elementos subjacentes, através de determinadas estratégias.

Tucanaguaca

Caro irmão,

Os recursos técnicos neste fim de mundo se resumem a esta máquina de escrever e aos serviços de correio com seu colador automático de selos. Quanto à máquina, podes ver que a fita não roda sozinha, e tenho que prestar atenção para rodá-la com o dedo a cada dez marteladas. Outro problema é que ela salta dois espaços em vez de um quando lhe dá nas gadelhas. E desse modo fica bastante difícil porque pago por tempo de uso e não pelo número de páginas; parece-me que não querem consertá-la, pelo que intuí na conversa com a assistente de emissão, uma índia de cabelos de fogo com mãos delicadas demais e peitos insinuantes. De modo que terei que ser breve. Das andanças pelas terras altas descobri em Tucanaguaca um vídeo, não sei de que origem, na biblioteca municipal, e do que pude compreender e nos interessa segue uma transcrição. Trata-se de uma entrevista, mas não tenho datas ou nomes. E porque veio para esta cidade não faço idéia. O vídeo foi feito no que parece ser uma catacumba moderna, com ar refrigerado e luz artificial. As paredes são recobertas por pequenas placas prateadas, como uma pele escamada de peixe ou cobras. E há apenas duas pessoas, um entrevistador e o entrevistado, além do cinegrafador, por certo. Denominarei o entrevistado de A e o outro de B, e assim será para vosso entendimento e etc. o que é essencial segue. Favor solicitar ao consulado recursos extras para meu retorno seguro e para subornos e propinas inevitáveis no percurso.

A – Estava lendo aqui uma reportagem sobre uma das primeiras caçadoras de coelho. Ela aparentemente os cobria com umas cordas. Vou mostras para o senhor.
B – Si.
A – E andava sobre eles, mas eles assumiam uma certa camuflagem de tartaruga marinha. Ela conseguia capturar mais ou menos la cuantidad de um por semana, uma tartaruga falsa que em realidad era um coelho da Bavária.
B – [assustado, incrédulo] Um conejo da Bavária.
A – Pois então, diga…
B – Ah, hum, si, é…
A – A que veio aqui em las altitudes?
B – Los conejos estan vifos, si, siempre.
A – Actualmente. Eles têm conseguido sobreviver nesses tempos difíceis de inseguridad habitacional e coletiva… Não é pouca coisa.
B – My Spanish is a little… si, si.
A – Talvez queira um copo de água.
B – Ah, por supuesto, si. [pausa] Cerveza, tienes? [aponta para algo].
A – Los conejos são pouco confiáveis de punto de vista de potabilidade da água que é achada em seu entorno. Podemos crer que eles não conhecem o cloro…
[Aqui o entrevistado se retira, aparece a imagem da foto da caçadora de coelhos montada sobre a tartaruga marinha – coelho disfarçado, e há um corte. Aí volta:]
A – … mucho gusto, pode dizer para eles, mucho gusto, prazer em conhecê-lo, e depois ele vá a dizer “eu sou um coelho da bavária, não sei se há escutado falar sobre mim” e supostamente eles são amigáveis, mas ninguém os conhece diretamente. Eles abrem a porta da casa, te convidam à sala, convidam com cerveja Bavária, e te introduzem grandes falas sobre variados temas [outro corte].
A – [lendo] “…colocado na imediaciones de Tucananguaca”, sabe? A leste de Machu Pichu?
B – No.
A – Machu Pichu, a oeste de Tucananguaca? Estes são uns gráficos que explicam como eram feitas naquela época de sequía as trampas para coelhos, quando eles eram perseguidos por justificações injustas…

Do que nos interessa é isso. Depois eles começaram a falar sobre os insetos, em inglês, e discutem se eles usam “shoes” ou “no shoes”, e o entrevistador está em dúvida se deve usar “don’t” ou “doesn’t”, e pergunta ao cinegrafador “what about my stress?”, etc.

E concluído, acrescente seus comentários e que conste dos autos, dou fé, etc, etc. Agora a fita travou definitivamente.

Seu irmão

Elisa

depois que perdeu sua caderneta de notas, de tristeza, elisa trancou-se em seu quarto, sua pequena gaiola de vidro, e adoeceu em pensamentos profundos.

hoje, o que a perturba de verdade não é a ausência daquele objeto - um conjunto de folhas de papel pardo-claro retangulares superpostas e grampeadas na extremidade superior - mas o labirinto que criou em suas errâncias cognitivas em busca do objeto perdido. nesta busca descobriu que não tinha perdido apenas sua caderneta mas tudo no mundo. nada mais poderia sustentar-se na aparente objetividade. ela descobriu que nada jamais pode ser considerado apenas um objeto sem ser também uma relação com elisa e mesmo sem poder tocar o objeto perdido ele existe além da imagem parda e do peso da matéria. sendo assim, talvez a existência física seja definitivamente dispensável, uma vez que o objeto já se tornou um conceito independente de sua origem material, porque passou a existir em sonhos, na memória, no fundo dos olhos no arquivo longínquo das retinas, pela relação e pelas teias que foram se criando. no entanto, sem essa relação que os liga (ela e o objeto), jamais poderia tê-lo atingido; a relação foi criada necessariamente na existência do objeto e do observador, logo a relação pressupõe a existência do objeto, porém a partir do momento em que a relação foi criada o objeto pode deixar de existir como referência porque se transformou num conceito e vive no observador.

elisa gira a cadeira, levanta-se calçando as alpercatas e anda arrastando suavemente os pés pelo carpete. posta-se diante da janela, afasta o pano bordado das cortinas. abre a janela do mundo, mas não há exterior, apenas a janela.

assim fica difícil encontrar a unidade com o que foi perdido, ela pensa em silêncio, já que não há necessidade de falar. e se falasse a palavra ecoaria nos espelhos. seria monótono aguardar a extinção dos reflexos do verbo. no entanto os espelhos não existem, ela nem sabe disso.

vai até a cômoda e dá corda na caixinha de música, deixa a bailarina a rodar sobre o gelo eterno. passa o telefone para a secretária eletrônica porque sabe que neste instante eu estou com os meus dedos deslizando sobre o teclado. quando chamo é a secretária que atente. eu sei que elisa fecha os olhos para ouvir; deixo uma mensagem carinhosa e peço que me ligue quando estiver de volta. ela fica feliz um instante porque pensa que acredito que ela vai conseguir sair. e eu me sinto aliviado, porque ainda há esse fio que nos liga e me permite continuar existindo.

tropocentro transversal

?diz me que o, lixo ao jogá-la talvez e rasgá-la vou. idéias de troca nossa para útil realmente de nada, novo de nada diz não ela, irmão carta esta mandar te vou se sei não. hahahah, jota com que só, falei lhe qual da cervejinha aquela pegar geladeira a até ali ir em pensando até estou. você com tratar precisarei que idéias novas as todas com, carta nova uma começarei simplesmente, aqui novamente tudo redigitar para saco ter vou não. mesmo isso ser deve que acho, lá tenho como corrigir de facilidade a toda tenho não eu.