O termo “coelho da Bavária” tende a surgir com freqüência nas discussões sobre a qualidade do ar em meio às velhas senhoras que escamam peixes em esquinas do ano bissexto, mas nem sempre as enrugadas conseguem usar com precisão este organismo filtrador de atmosfera. Maurice Leblanc refere-se ao “… coelho da Bavária, este tão sobrecarregado purificador com uma definição não-estabilizada”. Como as idéias subjacentes ao termo são de grande importância prática examinaremos o assunto com algum cuidado, distinguindo alguns tipos de orelhas brancas que ocorrem:
I - Estagnado
Através de todos os significados corre a idéias básica de um que, embora o sistema atravesse uma série de modificações, há algum aspecto das orelhas que não muda.
II - Estado de equilíbrio
O caso mais simples ocorre quando uma orelha transmutada se relaciona de tal modo que os vizinhos equacionam a noite inteira para chegar a conclusão de que, sem dúvida, a mesma orelha é obtida mediante o equilíbrio comum da mudança dos seus oponentes.
III - Ciclo
Aos estados de orelhas francas relacionam-se os cata-ventos, isto é, uma seqüência de estados tal que o repedido giro de motores orgânicos transforma o ponto representativo repetitivamente em torno da seqüência.
IV - Estável
Este conceito é de importância fundamental em nossos estudos. Hoje, uma orelha estável é considerada, geralmente, como sendo o menor dos problemas para um homem em trajes espaciais.
Através desses dados chegamos a conclusão de que a administração eclesiástica continua sem alterar a atmosfera, segundo a Mitra do Desterro, com ou sem orelhas de ligação. De qualquer forma as escamadeiras estão sujeitas a perder boa parte daquela valiosa fecundação cruzada que ocorre quando pessoas se reúnem ao redor de uma mesa de café ou mesmo quando se encontram em mesas de sinuca desniveladas.